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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 26 a 35 anos



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De paixão e sabores

Foi primeiro o filme (http://www.youtube.com/watch?v=Vqm8_GjKDBc) que me tomou de súbito, aquela paixão arrebatadora, a magia em torno da cozinha. Ganhei o livro jovem, de minha tia. Ficou guardado muito tempo, até que minhas mãos ansiaram por procurá-lo.
Só tal jogo de palavras para descrever a alquimia que acontece na cozinha, o preparo cuidadoso da comida, a mistura de cores e sabores, as tradições de geração para geração. Mais mágia ainda a possibilidade de expressar por meio da culinária, tocar cada parte do corpo da pessoa amada com seu paladar. Para expressar a paixão, ardente; para a felicidade, vibrante; para a tristeza, melancolia.
E também a questão da tradição como amarra, impedindo ligações que parecem escritas e que acabam se concretizando, com prazer e dor, suor e lágrimas, prazer e esperança.
Ou a liberdade conquistada, à força, mas plena de sentido.



Categoria: Estou lendo
Escrito por Gisele Sotto às 10h58
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E o amor acontece

Descobri Jane Austen viajando de metrô, no longo caminho de Santo André para São Paulo, lendo Sense and Sensibility. Fui envolvida logo pelas primeiras páginas, mas não tinha me atentado para Persuasion até a citação pela personagem de Sandra Bullock no filme "A Casa do Lago" (http://wwws.br.warnerbros.com/thelakehouse/) - é uma história de espera, na qual o amor acontece no momento certo, com a conquista, a cumplicidade.
A persuasão como ferramenta de definição dos rumos da vida se apoia em questões de imagem - qual o meu papel na sociedade - ignorando sentimentos para favorecer o "estar" em detrimento do "ser".
Há também a questão do perdão adiado, pelas mágoas que corroem o peito e provocam dor. Só que o perdão acontece com a convivência, quando se desmancha o preconceito para dar lugar á admiração.
É o amor que não se força, mas se constrói no dia-a-dia, ganhando força, criando laços.



Categoria: Estou lendo
Escrito por Gisele Sotto às 10h56
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O menino e o balão

Quem já foi criança sabe do fascínio de um balão.
Bola de cor que ganha vida e te dá asas.
Estes dias fiquei simplesmente hipnotizada.
Não é preciso legenda nem explicação, o sentido está todo ali, na relação do menino com seu balão.
É misto de amizade, cumplicidade, alegria. É se entregar de alma, inteiro, pelo que te torna ainda mais vivo.

Passagens que marcaram da terceira e quarta partes que tive a oportunidade de saborear... 

"O vermelho a paisagem cinza colore. Não é cor de menino, nem de menina. É cor de paixão que o peito invade e faz sorrir."

"O balão vermelho o azul encontra, é paixão à primeira vista. Galante é até o menino, mas seu coração não quer se apaixonar, sua paixão é sim o brincar, ter junto de ti o seu amigo"

"Amigo que é amigo espera e está sempre ao lado. Uma corrida frenética para manter viva a alegria. Adultos emburrados não entendem, balões vermelhos quebram os seus padrões. Tampouco meninos rabugentos, que se saciam em provocar a tristeza alheia com instinto de destruição."

"Só que quem sabe o valor de um amigo, sabe que vale a pena arriscar tudo por ele. Não existem obstáculos, só desafios."

"E de estilingada a alegria se apaga. Murcha que nem flor sem forças, lentamente, dá seu último suspiro. De repente, as cores saem do mundo para encontrar o céu, só que na verdade encontram o menino. E de um balão que tinha, ganha um milhão. O voar acontece e a alegria invade os rostos tristes e a cidade cinza."  

Parte 1 "Le Ballon Rouge" - http://www.youtube.com/watch?v=DiGFcVf34PM&NR=1

Parte 2 "Le Ballon Rouge" - http://www.youtube.com/watch?v=oY9AKkWc6SA&feature=related

Parte 3 "Le Ballon Rouge" - http://www.youtube.com/watch?v=T8puzPGpEHY&feature=related

Parte 4 "Le Ballon Rouge"- http://www.youtube.com/watch?v=7SS7Ldcy5WA&feature=related



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 10h40
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Do alto da mangueira

No alto da mangueira, não importava o tic tac das horas.
Sem adultos por perto vigiando, o desafio era subir, ir além do imaginável.
Os galhos que lá em cima balançavam não davam medo.
O que faltava mesmo era coragem.
Cada dia mais um pouquinho, só mais um pouco.
E quando se chegava à torre era a glória.
Naqueles tempos, eu não tinha a noção do que era enxergar sob outra perspectiva.
Só sabia contar mesmo o que sentia, pura intuição.
O vai e vem das folhas produzia sua própria música.
Embalado nos risos e vozes das crianças parecia melodia.
Construída de galho em galho, aquela era nossa casa.
No tempo de manga já madura é aos seus pés que o deleite estava.
Lambuzar cada um dos dedos, que delícia.
Voltar, só quando a barriga começava a roncar.
Ou quando a novidade tornava-se outra.
Mas o que quer que viesse como novo, permanecia ela soberana e acolhedora.
De tantas no pomar a escolhida, a nossa casa.

Crédito da imagem: http://cronicasdeumameninafeliz.blogspot.com/2008_08_01_archive.html



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 10h16
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Glee

Vendo o perfil de meu amigo no Orkut me chamou a atenção sua foto com um "L" estampado na testa. Fã de séries como é, decidi saber mais e, depois do primeiro episódio, virei fã.
Desde criança me deliciava com sessões da tarde recheadas de músicas. Já fui ao delírio com Evita e adorei o tom pop de Moulin Rouge. Sem deixar de mencionar o impacto eterno de O Fantasma da Ópera e a vibrante energia de Los Miserables.
Esses dias mesmo, remexendo nos arquivos da faculdade, veio doce nostalgia dos tempos em que respirava música, criando jingles e comerciais de TV. "Dream a little dream of me" me rendeu o prêmio de melhor projeto do TCC, ao recriar momentos de famílias em cores.
Atualmente conto os minutos para chegar quarta-feira à noite. Fico surpresa com o roteiro bem amarrado e a habilidade de traduzir o mundo do Glee Club em música. Porque fica bem longe de alguns filmes infantis (que eu adoro por sinal) em que a canção é colocada de propósito, quebrando o ritmo. Em Glee, as canções são parte intrínseca e dão o tom do episódio. Por elas personalidades são reveladas, tramas são construídas, é um convite para se deliciar.
E como toda história tem seus grandes momentos.


Walking on Sunshine - O simples fato de passar o clipe nos intervalos da FOX faz cada momento ficar ainda mais especial.
Sai de dentro de mim a cantora, que se empolga com letras e entras no ritmo. Dá uma vontade louca de sair do sofá e sair cantando.
Já o Episódio Home não conseguia parar de ver. April traz dentro de si uma esperança de algo bom, de que a vida pode ser diferente, apesar do erros e escolhas não tão acertadas.
A oportunidade de resgatar músicas esquecidas é incrível. É o sinal de que pode passar o tempo, mas a alma sempre carrega as mesmas aflições, medos, paixões, sonhos - são sentimentos universais, únicos e impossíveis de ignorar.  



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 10h11
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Praia de Cimento

Mesmo na selva de cimento, momentos singulares revelam surpresas.
Sexta-feira pré-feriado, trânsito caótico, umidade em estado de atenção.
Foi só sentar-se na varanda que a parede de vidro deu novo toque à paisagem.
Passamos de instantes da selva de pedra para um bar à beira da praia.
Todas as barreiras foram quebradas e só restou saborear uma boa conversa.
O compartilhar desanuviou os rostos, aplacou o cansaço e trouxe à tona lembranças de tempos bons.
Saímos de lá renovados. Depois foi partir a realidade, mas com um gosto bom.  



Categoria: Descobrindo Sampa
Escrito por Gisele Sotto às 09h34
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Wanna be Nigella

It was love at first sight. The first time I saw Nigella on TV was right before Christmas last year (December 2009).
I was lying on the couch, having breakfast, when she caught my attention completely. I was astonished.  
She has the perfect image I had of myself grown up when I was just a little girl. Long and shine hair with an outstanding smile.
Nigella increases my passion for cooking. She stablishes such a relationship with food, while preparing it, savoring and remembering nice moments spent either with family or getting dazzled triyng new flavors.
Food is indeed to be cooked with love and for those we like to share the best. And she is a master whenever she does it.
Her program is an invitation to enter her world. The way she cooks makes every dish so simple and at the same time irresistible.
If I could be someone, Nigella would be the one. Then I would fulfill the dreams of the little girl inside me.  



Categoria: Cozinha lá de casa
Escrito por Gisele Sotto às 09h16
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Dream a little dream of me

Não tem como não refletir depois de ver "A Origem".
Não envolve apenas a questão do sonhar, mas do que estabelecemos como prioridades em nossas vidas.
Enfrentar a realidade não é tarefa fácil, mas deixar de vivê-la para se enfiar num mundo imaginário tem consequências drásticas. Representa fuga, isolamento, falta de desafios.
No entanto cada um de nós vive seu universo particular e interage com o mundo lá fora com base em parâmetros conscientes ou não.
É um alerta para não vegetar, mas viver.... a realidade e não a ilusão.
O que me incomoda é que o retrato da realidade - assim como em Matrix - se mostra fragmentado, vazio, caótico.
Por isso "maquiar" a realidade com seus sonhos impulsiona a alma e dá energia ao corpo. Caso contrário, somos tomados por uma onda pessimista que não enxerga oportunidades, apenas obstáculos.
Como afirma mesmo Sabrina - no filme homômimo - "La Vie En Rose" nos convida a ver a vida em cor-de-rosa despertando o gozo pela vida e mantendo acesa a chama de nossas paixões.
Precisamos sonhar e viver mais, ora com os pés no chão, ora com a mente conectada ao universo. E "Dream a little dream of me" me convida a isso. Simplesmente a acreditar que a vida pode ser melhor.   
Posso ser controversa e desconexa, assim como o subconsciente o é. Só estou despertando...



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 11h34
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Meet yourself

 Já fui raptada por filmes do gênero. A primeira vez que assisti a "Duas Vidas", em que Bruce Willis se encontra com sua versão em miniatura, chorei turbilhões. Só de pensar no que a pequena Gi diria se por acaso me encontrasse.
Há momentos em que pareço ter afogado todos os seus sonhos ou trancado num baú a sete chaves. Em outros, ela permanece viva, como se o instante tivesse congelado e ela quisesse saltar pra fora com toda sua força. Minha paixão por histórias, tramas, essa sim permanece viva. Mergulhar no universo do outro promove o encontro consigo mesmo. Na transferência de alegrias é que se revelam seus sonhos. No pesar é que moram suas angústias. E o que te deixa aflito faz o medo aflorar. Esta é a magia da ficção, a capacidade de transpor as emoções para a realidade.    
Se a essência humana é de tentativa e erro, Lewis é uma prova disso. Sua persistência no desenvolvimento de projetos é recompensada a cada momento que seus olhos brilham na expectativa de dar certo. E dar certo significa, para ele, ser aceito, ser amado. Sua busca para se superar a cada invenção é a mola propulsora do seu desejo de encontrar uma família. E o encontro com sua mãe pôde mostrar que ele não foi rejeitado, na verdade ganhou uma nova chance.  
Só me chateou o fato dele ter ignorado seu melhor amigo, ofuscado que estava com suas invenções, deixando-o noites sem dormir e reduzindo-o a pó. Tanto que o pequeno inventor tornou-se a obsessão do frustrado jogador de baseball, fato que o cegou para o viver a vida. A cena do amigo se transformando em arqui-inimigo é deprimente. A oportunidade de Lewis acordá-lo - depois da visita ao futuro - para ganhar o jogo foi tudo. Um vilão a menos, um adulto feliz a mais. 
O garoto de cabelos espetados e olhos brilhantes deu também a si uma nova chance. E pensar que seu scanner de memória foi o desabrochar de todos os seus sonhos. O encontro consigo no futuro diz que por mais que tudo pareça dar errado é preciso investir e, acima de tudo, acreditar. Não há esforço em vão, mas sementes que você vai plantando, para depois colher em dobro, sem nunca desistir de você mesmo.
A magia que transmitiu por meio de sua criação foi o que lhe deu uma nova família. Uma família que soube reconhecer seu talento e não tinha medo do ridículo.
São em momentos como estes que os semelhantes se atraem, em busca de um mesmo ideal, e partem para viver e construir oportunidades.         



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 14h03
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Começa com você

Crédito: http://salvandotheplanet.blogspot.com/2010_05_01_archive.html
            www.swu.com.br/

Peguei emprestado o lema do SWU (Starts With You) para mostrar minha indignação com as recentes imagens de animais sendo mortos pelo lixo.
A irracionalidade não é pela falta de distinção do animal entre lixo e comida, mas pela atitude de cada um que faz questão de deixar rastros por onde passa.
Não se sabe se a limpeza dos mares é viável, podem ser gastos milhões sem conseguir amenizar o problema.
Se pararmos de tratar a areia da praia como quintal talvez consigamos reverter a realidade. O mesmo vale para as calçadas. 
Pense em cada ponta de cigarro, papel de bala, garrafa, embalagem de sanduíche... É incabível o pensamento de descartar para o outro limpar (quem vem com o lema de "quero dar trabalho para os varredores" é muito preguiçoso).
Assim como o SWU prega, a sustentabilidade começa com atitudes simples e a primeira delas é dar ao lixo o destino certo.
Você não gosta de habitar uma casa imunda, os animais também não.
Então, pare e tome uma atitude racional. Não jogue mais o lixo em qualquer lugar - sua atitude afeta os seres a milhares de quilômetros de onde você está, ou até na sua porta.
Se for à praia, leve uma sacola plástica e recolha tudo antes de ir. Se tiver na rua, busque a lixeira mais próxima.
Não vai doer, não é chato, mas representa muito.
Para mudar o destino do planeta a hora é agora e não no futuro. Começa com você.  



Categoria: Insights
Escrito por Gisele Sotto às 11h26
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Olhar

Crédito: http://br.olhares.com/ali_estavasentado_no_banco_da_praca_foto2375022.html

Você já deve ter flagrado pessoas que se misturam à paisagem.
Geralmente sentadas, parecem inertes.
Você sente vontade de tocá-las, só que o toque pode despertá-las de seu universo particular e provocar um colapso.
Parecem observar a paisagem, mas estão a milhas de distância dali.
Os mais velhos se agarram às reminiscências, os mais novos constroem castelos.
Se você não tem experimentado momentos como este recentemente pode ser que esteja preso a uma roda gigante.
Melhor ainda se já estiver correndo para fazer acontecer.
No entanto, o flagra é revelador, capta a essência.
Mais maluco pensar que há milhões de olhares desses pelo mundo, sentados em praças, ônibus, na janela de casa, no pico de uma montanha, entre as ondas do mar...
Daí você percebe que a alma humana não tem fronteiras, apenas muda de lugar.  

 



Categoria: Insights
Escrito por Gisele Sotto às 09h48
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Vivendo sem a telinha

Parece que os ETs querem enviar uma mensagem. Minha tela foi invadida por linhas verdes.
Às vezes escuto o som, em outras - a maioria - um barulho irritante e ensurdecedor. A única vantagem do som estar presente é o de ativar a imaginação. É nesse momento que você percebe quantas memórias visuais tem guardadas, que vão sendo revisitadas em sintonia com as vozes, as músicas, as vinhetas.
Tem um amigo que consegue viver sem TV, o admiro e muito. Também tenho claro que a vida sem TV abre perspectivas sem limites. Só que convenhamos, em pleno frio, nada melhor do que estar debaixo das cobertas, em ótima companhia e assistindo a seus programas e séries favoritas.
Por isso ontem, em outra tentativa de conexão extraterrestre, cheguei até a insistir que a TV funcionasse - fui até teimosa, me agarrando ao último fio de esperança. Após vãs tentativas, desisti, me rendi ao sofá e dormi profundamente.
Sei que a TV não é tudo, mas sua ausência deixa um enorme vazio. Vazio de conexão com o resto do mundo, falta de mergulhar no mundo do fantástico, em realidades paralelas, em que o impossível não encontra limites, em que o viver vai além.
Vou levar este fim de semana para o conserto. Ficar cinco dias sem TV será desafiador. Ainda mais agora que Glee está com nova temporada - nem acreditei quando a TV funcionou e pude ver o episódio inteirinho, acho que o desejo foi tanto que acabou sendo atendido.
Aguento, é por pouco tempo... E me declaro fã incondicional da grande tela, que choca, inebria, liga e emociona.  



Categoria: Ficciorealidade
Escrito por Gisele Sotto às 09h57
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Vuvuzelas calam

Até as vuvuzelas se calaram diante do Brasil.
Fácil perceber pela clareza na voz dos locutores e pelo pulsar de milhões de corações.
Vi unhas sendo devoradas, acessos de raiva e a ordem para o Galvão calar.
A bola não voou, nem driblou, ficou passando de pé em pé para, com sofreguidão, balançar a rede.
A ausência do futebol arte fez os minutos ficarem cada vez mais pesados e os olhos passarem do jogo para o relógio, contando o que faltava para mais uma chance.
Vencemos, sim. Mas faltou garra.
São como soldados que entram despreparados para a batalha e veem a mesma só passar diante de seu olhos.
Agora resta a esperança. E que as vuvuzelas coloquem, em alto e bom som, os 'gigantes' em campo.     



Categoria: Insights
Escrito por Gisele Sotto às 09h46
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Pulsação


O mundo pulsa em um só ritmo e não há nada que desvie o olhar.
São culturas, ritmos, raças entregando o corpo e a alma à dança.
A voz se torna canção e grita liberdade.
Não há como não se envolver, é mágico, toca dentro.
Esta é a Copa da emoção. É a voz da alegria, vibrante.
E como toda "luta" apresenta obstáculos (a perda da neta de Mandela expõe o seu ser humano, uma dor que deve ser respeitada).
Agora a contagem é regressiva. Anos e dias se transformam em minutos para a bola rolar.
E o mundo gira em volta da redonda, hipnotizado.
Não há guerra, há torcida. Não há fronteiras, é um só povo, o do futebol.  



Categoria: Insights
Escrito por Gisele Sotto às 09h35
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Que bom!!!!

Que bom carinhar, sentir o outro na sua plenitude.
O abraço que envolve é um abraço de entrega, despreocupado.
No sofá, embaixo das cobertas, o frio fica lá fora e num instante só existem eu e você.
É o abraço que esquece todas as preocupações do dia, que chama para ter um minuto de nada e de tudo.
Quero seu braços presente, me sentir amada e retribuir com um gesto simples e completo.
Sentir o teu corpo no meu me aquece, inebria... é tudo de bom.  



Categoria: Insights
Escrito por Gisele Sotto às 09h49
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